Em tempos atribulados e cheios de ocupações, o mestrado foi sendo deixado para segundo plano...
hoje o panorama mudou... vai surgir o plano de tese, chegou a hora de continuar a investir na minha formação e redirecionar o meu tema de tese para o meu trabalho enquanto professora...
vamos lá ver como será o resultado final
Tudo pode acontecer, tudo pode ser encontrado, apenas a essência nos pertence... é nos pequenos pormenores que tudo acontece...aqui me encontro...aqui partilho
quinta-feira, novembro 30, 2006
terça-feira, novembro 21, 2006
quinta-feira, novembro 16, 2006
domingo, novembro 12, 2006
domingo, outubro 29, 2006
depois do concerto... um sol para chimpaca
Muito trabalho e muita dedicação para montar um concerto de solidariedade, que contou com a generosidade de músicos, voluntários e público para tornar real este sol em Chimpaca, uma aldeia moçambicana.
O concerto que contou com um cartaz diversificado, o que mais me surpreendeu em palco foi os submarine, por um lado porque me eram desconhecidos, por outro, porque apresentaram uma sonoridade longe das minhas preferências...mas mesmo assim gostei. Filipe Neves, esteve bem, dentro do seu estilo apresentando algumas da suas musicas mais conhecidas. João Seabra abrilhantou com os seu momentos de stand up os espaços entre as diferentes bandas.
Nuno Barroso, esteve à altura das expectativas, levando todo o público a cantar com ele as suas musicas bem conhecidas de todos, e por últimos os Corvos, estiveram simplesmente fenomenais, trazendo uma energia contagiante ao pavilhão. Tenho a certeza que esta noite os Corvos reuniram mais fãs para o seu projecto, sobretudo junto dos mais jovens que os desconheciam.
Em suma, foi um bom espetáculo, recheado de bons momentos, onde o objectivo principal foi cumprido... possibilitar a algumas crianças moçambicanas aquilo que pra nós é um direito adquirido o acesso ao ensino.
O concerto que contou com um cartaz diversificado, o que mais me surpreendeu em palco foi os submarine, por um lado porque me eram desconhecidos, por outro, porque apresentaram uma sonoridade longe das minhas preferências...mas mesmo assim gostei. Filipe Neves, esteve bem, dentro do seu estilo apresentando algumas da suas musicas mais conhecidas. João Seabra abrilhantou com os seu momentos de stand up os espaços entre as diferentes bandas.
Nuno Barroso, esteve à altura das expectativas, levando todo o público a cantar com ele as suas musicas bem conhecidas de todos, e por últimos os Corvos, estiveram simplesmente fenomenais, trazendo uma energia contagiante ao pavilhão. Tenho a certeza que esta noite os Corvos reuniram mais fãs para o seu projecto, sobretudo junto dos mais jovens que os desconheciam.
Em suma, foi um bom espetáculo, recheado de bons momentos, onde o objectivo principal foi cumprido... possibilitar a algumas crianças moçambicanas aquilo que pra nós é um direito adquirido o acesso ao ensino.
domingo, outubro 22, 2006
sábado, outubro 21, 2006
domingo, outubro 15, 2006
quinta-feira, outubro 05, 2006
segunda-feira, outubro 02, 2006
quinta-feira, setembro 28, 2006
domingo, setembro 24, 2006
Funciona assim...
assim que qualquer aluno ou o professor se apercebam que o barulho na sala de aula é elevado e está a prejudicar a aprendizagem coloca a mão bem aberta no ar. Deste modo à medida que os colegas vêem a mão no ar colocam também a sua e fica em silêncio. Num espaço de segundos toda a turma está em silêncio e pode ser retomado o trabalho em serenidade...
Um gesto simples que funciona (pelo menos para já tem funcionado de forma muito eficaz), evitando que o professor tenha que gritar para conseguir chamar atenção por exemplo quando a turma está a trabalhar em grupo e a fazer muito barulho.
O aluno também ganha uma maior consciência do barulho e começa a sentir-se incomodado por ele, assim está muito mais atento e consegue trabalhar muito melhor (aprende a valorizar a organização e o silêncio)...
isto é apenas uma das faces de um projecto de aprendizagem cooperativa...
assim que qualquer aluno ou o professor se apercebam que o barulho na sala de aula é elevado e está a prejudicar a aprendizagem coloca a mão bem aberta no ar. Deste modo à medida que os colegas vêem a mão no ar colocam também a sua e fica em silêncio. Num espaço de segundos toda a turma está em silêncio e pode ser retomado o trabalho em serenidade...
Um gesto simples que funciona (pelo menos para já tem funcionado de forma muito eficaz), evitando que o professor tenha que gritar para conseguir chamar atenção por exemplo quando a turma está a trabalhar em grupo e a fazer muito barulho.
O aluno também ganha uma maior consciência do barulho e começa a sentir-se incomodado por ele, assim está muito mais atento e consegue trabalhar muito melhor (aprende a valorizar a organização e o silêncio)...
isto é apenas uma das faces de um projecto de aprendizagem cooperativa...
quarta-feira, setembro 13, 2006
sopro...de tempo
Fugaz....
por vezes Intermitente .... por vezes contínuo
dificil de gerir...este tempo que voa entre tarefas ....todas elas de caracter urgente... quando urgente...é VIVER
por vezes Intermitente .... por vezes contínuo
dificil de gerir...este tempo que voa entre tarefas ....todas elas de caracter urgente... quando urgente...é VIVER
sábado, setembro 09, 2006
Sorrisos e recordações de Valência


Valência foi a cidade de acolhimento para três jovens bem animados em busca de um último destino de férias antes de regressarem ao trabalho... A vida de estudante afasta-se vertiginosamente de cada um de nós e com ela os 3 meses de férias.
A viagem de comboio não podia ter sido mais animada, foram 13 longas horas cheias de aventuras devidamente registadas na nossa memória (isto de vir da aldeia e nunca ter andado de comboio dá situações caricatas...lol).
Chegados a Valência começamos logo a registar fotograficamente cada momento... e foram muitos os momentos em cada pedaço da cidade por nós percorrido, fizemos Km em tão poucos dias... nada ficou indiferente à nossa passagem.
O Acolhimeno que tivemos foi suberbo, o Filipe e o Manuel, uns chicos mui guapos:) receberam-nos no seu lar e fizeram com que a cidade ganhasse outro valor (acho que a camara de Valência deveria dar uma comissão ao Filipe, porque não deve haver mais ninguém que diga tão bem da cidade, de tal forma que nós ficariamos por lá a trabalhar...A Helena até já começou a mandar curriculos).
É dificil descrever tudo o que vi e tudo o que vivi.... termino deixando duas frases emblemáticas da viagem "orçamento que sim" e " Que lindo!"
No dia seguinte ao regresso... até o início de trabalho foi mais animado:)
sexta-feira, agosto 25, 2006
Ferias... por terras espanholas
Os próximos dias vão ser de diversão total...
Espanha.... ai vou eu;)
Até setembro
Espanha.... ai vou eu;)
Até setembro
segunda-feira, agosto 21, 2006
Fenda da Calcedonia
Mais um dia de descoberta da Serra do Gerês, mais um dia de encantos geológicos e paisagísticos.
A fenda surgiu como um obstáculo que com uma mão amiga consegui transpôr. No final, encontrei um lugar em que o azul do céu parecia mais brilhante, o ar mais respirável e a paisagem encantadora.
A fenda surgiu como um obstáculo que com uma mão amiga consegui transpôr. No final, encontrei um lugar em que o azul do céu parecia mais brilhante, o ar mais respirável e a paisagem encantadora.
segunda-feira, agosto 14, 2006
vida real...parte I
Hoje dirigi-me ao banco para realizar um depósito...
Estava uma fila enorme de pessoas, e nesse entretanto que uma fila de espera proporciona, detive-me a observar as pessoas que me rodeavam.
Já a ser atendido estava um casal muito concentrado a ouvir a explicação sobre umas aplicações, logo de seguida, foi a vez de um senhor de meia idade tirar um masso de notas do bolso para depositar. Ainda na fila, um senhor muito idoso que andava com muita dificuldade, ladeado por provavelmente duas filhas...Segue-se uma senhora com os seus 65 anos, amarrando com convicção o seu BI para poder levantar dinheiro...
até que chega a minha vez...eu que raramente vou a um banco...hoje fui fazer um depósito, a parte menos positiva é não ter sido um depósito na minha conta...
é a vida!
Estava uma fila enorme de pessoas, e nesse entretanto que uma fila de espera proporciona, detive-me a observar as pessoas que me rodeavam.
Já a ser atendido estava um casal muito concentrado a ouvir a explicação sobre umas aplicações, logo de seguida, foi a vez de um senhor de meia idade tirar um masso de notas do bolso para depositar. Ainda na fila, um senhor muito idoso que andava com muita dificuldade, ladeado por provavelmente duas filhas...Segue-se uma senhora com os seus 65 anos, amarrando com convicção o seu BI para poder levantar dinheiro...
até que chega a minha vez...eu que raramente vou a um banco...hoje fui fazer um depósito, a parte menos positiva é não ter sido um depósito na minha conta...
é a vida!
domingo, agosto 06, 2006
rescaldo... de um concerto
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